sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

               Santa Maria da Boca do Monte

       Primeiramente, um grande abraço de solidariedade para meus amigos, de toda cidade, principalmente da Casa de Retiros dos Padres Paulotinos, onde morei, e, dos meus ex-alunos da Faculdade de Belas Artes de Santa Maria da Boca do Monte. Se me sintonizarem, neste meu texto, entrem no meu Facebook, e, mandem notícias novas sobre a cidade, por que morro de saldade de todos e da vida encantada que vivi nesta região, de gente bonita e amiga de fato....os que erraram comigo podem se desculpar, porque aceito desculpas....À todos  dedico este texto de memórias...só não consigo escrever sobre o Geraldo Messiat e o Coronel Araquem ( grande amigo de meu pai, porque o Face censura.... e, já tentei duas vezes contando nossa história. Até nosso reencontro em Santa Maria. Estes censores são burros e não sabem ler, muito menos intrerpretar fatos do nosso passado , sem mágoas e até curiosos chegando a admiração puramente afetiva, porque envolvia meu pai com seus amigos e clientes; meu heroi e meu guia espiritual. Coisas da velha ética dos cavalheiros, cavaleiros, e da ninha velha familia paterna, de Militares de Cavalaria. Beijos para minha Santa Maria. AZ RJ BR 27/3/2013  

                                                       PILOTO
      A ponta branca, de seu rabo, marcava o momento fugaz em que o mestiço de Perdigueiro_Piloto_ indicava a presença viva da ave, pronta para voar. O céu avermelhado misturava-se ao amarelo da luz solar, com aqueles deslumbrantes azuis contrastantes, no fundo infiniton do Rio Grande do Sul. Um novo horizonte iniciava-me nos novos dias de uma situação muito linda e nova para mim.
      A Perdiz, após o bote, alçava-se como um Helicóptero e voava horizontalmente, na tentativa de fuga, afastando-se velozmente. No primeiro e no segundo tiro, logo a seguir, tentava-se atingir uma ou mais daquelas presas. A arma era de dois canos e os cartuchos carregados de chumbinhos. Quaglia portava sua arma com relativa segurança, mas o cão mestiço era um fenômeno de esperteza. Às vezes dele, só se via aquela ponta de rabo branco; com que dava o sinal fatal para abater a pequena ave tentando escapar pelo verde sem fim... Um esporte bretão, que no sul, se faziam campeões...e a nossa refeição.
     A tarde resplandecia de paisagens movediças, na memória daqueles dias, com as pastagens batendo das canelas para cima...Tudo, à perder de vista, naquelas ondas de gramídeas puras. Imagens fortes, das minhas últimas lembranças, de Santa Maria. Quaglia e Jane haviam sido ótimas companhias. Nossa viagem tinha sido muito longa . Saimos do Rio e entramos por São Paulo; por estradas poeirentas de caminhões e auto-motores ganhando o espaço da ultrapassagem "positivista", mas cheia de óleo entranhado no asfalto irregular. Depois paramos no caminho e pernoitamos num Hotel de Caminhoneiros.
     Adentramos pelo interior do Paraná...e muita estrada, ainda. Tudo ondulado nos morrotes sem conta. Os verdes, predominantes das plantações, se misturavam aos roxos e aos azuis de luz,  fartamente estonteantes. Os vermelhos inesperados cruzavam nossa passagem , enquanto nossa Kombi e o Quaglia abriam caminho. Eu não sabia dirigir. Jane fumava e auxiliava, como podia, nessa travessia pelo Brasil, de 1965. Também não tocava em cigarros; só respirava o avanço de nossa aproximação pelo tranquilo esticar daquele caminho. Cada vez mais colorido pelo horizonte daquelas terras que se abriam. Assim avançávamos até chegar a um espaço geográfico extraordinário: a Boca Do Monte.... já no alto de Santa Maria. Mas, um monumento da natureza, inacreditável , que o tal progresso já ameaçava esconder com todo tipo de equipamentos de transportes rodoviários e seus transtornos visuais disponíveis.
      Entravamos, sem entender direito, e como, pelo Rio Grande do Sul...nosso destino. Do alto descortinava-se uma Cadeia de Platôs ( Placas Tectônicas )... "Divinos". Circundantes, que me prendiam a atenção inesperada de "carioca da gema", totalmente surpreso; e feliz. Pois era tudo novidade, e o que mais queria.... Estar viajando pelo desconhecido. Mal chegávamos e tinhamos que continuar uma longa e deslumbrante descida para as planícies, que se perdiam até as fronteiras, mais ao sul. A paisagem sempre linda. O caminho cheio de largas curvas, arvores para mim desconhecidas e nossos eternos passaros...de toda uma vida, me assombrando e cativando. Alguns azuis escuros, pincelados sobre o branco das penas, do rabo em leque, voavam entre os pinheiros com sons cortantes e agressivos. Eram as Gralhas brigonas à povoar minha mente. Vez por outra, um Gavião de Penacho piava lá do alto, mas meus ouvidos interessados, apesar do motor roncando, conseguia ouvir o chamado... só para mim.
      Santa Maria era uma cidade ainda pequena e muito agradável. Tudo que sempre desejei, mas eu era jovem e nada flexível. Radical mesmo. E muito irriquieto. Haviamos eu e Mariangela nos casados ( recem-casados-1964 ); e já desistido de Paris ao optar por  viver no sul do Brasil. Cheguei primeiro, com meus guias, e fomos diretos para o sítio da Noemi Flores, irmã da Jane,  mulher do pintor João Garbogini Quaglia. Ali, Noemi e seu marido, pintor gaucho, Paulo Flores, haviam construido uma vida para eles e seus filhos. Depois da morte precoce do marido, Noemi voltou para o Rio e foi morar com a irmã em Santa Tereza , no RJ. Moravam quase em frente ao Newton de Sá . Foi onde vim a conhece-las, porque o amigo NS fazia as melhores festas do Rio. Só neste corte da nossa narrativa, já daria um livro de costumes da época e política social do país. Nada de papo referêncial de mídia, mas assuntos invisíveis sem "papos caipiras revolucionários".
       Mariangela, que era Romeiro Leal , de gente do Rio e São Paulo, casara comigo, careta, no Outeiro da Glória. Eramos colegas e contemporâneos. Mas ela havia me pescado em Cabo Frio, numa excurção promovida por ela e suas amigas da ENBA. Eu levei meu amigo Arthur José Carneiro comigo, e chegamos a colocar dois "cavalos doidos" dentro da exposição montada por nós, lá em CF. Mariangela era um Biscuit de olhinhos puchados e Inteligência focada em suas conquistas. Fui uma d'elas. A outra foi um dilema,... 
        João Garboggini Quaglia: http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_ic/index.cfm?fuseaction=artistas_biografia&cd_verbete=3081&cd_idioma=28555&cd_item=1
         Mariagela Romeiro Leal:
         Arthur José Carneiro: http://www.terra.com.br/istoegente/332/entrevista/

                      
                                          Meu Dilema
    Pois é: era todo meu. As decisões eram minhas; na incomoda posiçao de machão....A Mariangela sempre muito aplicada, era meu amorzinho e já havia completado o curso da Aliança Francesa, com distinção. Por isso tinha ganho uma Bolsa de Estudos para Paris. Seus professores franceses do Rio; até, haviam ventilado a possibilidade de conseguir, para mim, uma Bolsa na Belas Artes, lá na França; pois eu já era "Medalha de Ouro da ENBA". Mas, nada certo...foi quando o amigo e colega, Quaglia, me convidou para lecionar lá no Rio Grande do Sul; onde ele era professor de pintura. O que fazer então?
      A Jane estava interessada em atuar como psicóloga, na Universidade de Santa Maria...na área de Pedagogia. Fui apresentado ao Diretor da Belas Artes, que veio ao Rio me conhecer e tentar me convencer em ir para lá. Nas conversas brotou então a idéia que fechava com todos os interessados. E era um projeto em plena formação pioneira. Propomos com a ajuda do Diretor Geraldo Messiat, que também estava levando para lá o músico, concertista suiço, Sebastian Benda e sua mulher Luzia Benda, com toda sua família. Luzia era formada, pela Bahia, em  Arte ( música); e Música Aplicada Na Educação. Surgiu então a nova idéia ,que juntava as duas faculdades numa só congregação: "a criação de uma Escolinha de Arte para crianças , adolescentes e ouvintes", que era fundamental para a formação de nossos futuros alunos, do Curso de Professorado; nossos adultos universitários, que teriam assim contacto direto e orientação, para lidar com nossas pequenas e talves problemáticas crianças em faze de adaptação escolar. A querida Jane fecharia então o novo ciclo de profissionais necessários a nossa novíssima empreitada experimental. Fechada numa mesma Congregação ( de artes visuais e música, também experimental ), com a mesma Diretoria, e sua inevitável burocracia universitária.
      Sebastia Benda: http://br.dir.groups.yahoo.com/group/bibliografia/message/1012  
      Luzia Benda: http://pt.wikipedia.org/wiki/Franz_Benda 



      O élo seria a preparação de nossos alunos para o curso de arte. Novos artistas plásticos e  novos Programadores Visuais, nos moldes do que já haviam na ENBA do Rio. Mas, agora, com um curso de Professorado ligando as artes através de uma emblemática Escolinha de Arte, interligada a Escolinha de Arte do Brasil. Só ficava faltando o teatro. Teatro que, em Santa Maria era de rua e de agitação cultural, liderada pelo diretor "subversivo", nosso amigo "Freire". Daquele grupo me lembro da Joara ( estudante de medicina ) e do Paulo Bus, que veio a dirigir a Fio Cruz do Rio, e foi o primeiro pediatra da minha filha Joana, hoje mãe de meu neto Filipe; O Paulo foi para a Europa trabalhar com a UNESCO...
         Quando viajei com o Quaglia e a Jane, a Mariangela, minha ex-mulher, ficou se preparando, com uma formação maior, na Escolinha de Arte do Brasil. Uma nova função e meio de viver. Podia ser apenas pintora, estava preparada e tinha talento....Assim foi; se me parece...Quando chegou , alugamos provisoriamente um quarto na Casa de Retiros , dos Padres Paulotinos. dirigidos pelas Freiras da mesma Ordem...assim ficamos instalados em um local mais afastado do Centro, mas muito lindo. Lá eles criavam animais de corte e plantavam de tudo ...absolutamente orgânico e limpo. Até os derivados do leite eram tratados pelas freiras ( uma tradição dos colonos da região).Enfim um ambiente super acolhedor e saldável.
         De início assumi só a Cadeira de Desenho, mas para fazer política comigo, o Diretor me concedeu também a Cadeira de Gravura.Tinha dois salários dignos. A Mariangela tinha o dela também. Nossas despesas na Casa De Retiros eram bastante modestas. Por isto fizemos uma boa econômia pensando no futuro...talves nos fixar por lá, definitivamente. Comprar uma casa com um bom atelier. Coisas assim. Os alunos se tornaram amigos inseparáveis e fizemos inumeras excurções. Participavam com vivo interesse.....alguns, com atenção fora do comum. As artes plásticas tornou-se interessante para a cidade, que tornava-se um forte Centro Universitário.
          Benda, o concertista, de fama internacional, resolveu nos brindar numa noite densa, inesquecivel, com um Concerto Romântico: Lizt e Chopin. Coisa linda , a música, acrescida de uma inesperada tempestade , na Boca do Monte... e Santa Maria, ficava iluminada com os sucessivos raios que clareavam o Auditório da Reitoria, repleto de maravilhados e atentos ouvintes. De arrepiar.... creio ter valido nossa ida para o RGS. Além disso Benda era extremamente vivido, com passagens por vários continentes.Tornou-se um amigo insuperável. Todos admiravam seu talento. Inclusive as novidades da música eletrô - acústicas , que ele trazia do leste europeu ...Thecoslováquia e Polônia. O que para mim foi fundamental. A informação sobre os novos tempos da Cibernética...e outras coisas sobre lugares e culturas diferênciadas. Um verdadeiro mestre ET, que pousava entre nós... tupiniquins.
          Fiz grandes e saldosas amizades, com meus colegas, Claudio Carrigondi e o Carlos Galvão Krebs ( do Centro de Tradições Gauchas e Professor de História da Arte ). Era com um prazer extremo, que vivia tudo aquilo , mas tinha-mos salguns poucos professores provincianos  e competitivos.   Expus em Porto Alegre e conheci os artistas "socialistas"...Sorávia Bettiol...http://pt.wikipedia.org/wiki/Zor%C3%A1via_Bettiol, e seu marido, Vasco Prado ; prometo lembrar. Lá também conheci a Eloi Calage ( jornalista ), que tornou-se minha amiga, até sua morte ; ela e suas irmãs , creio que ainda vivas. O Jacob Klintowitz foi casado com a Eloi , e , só por isso recebeu ajuda minha, depois desapareceu da minha vista; graças ao meu Bom Deus...
          Mas, de repente, quanto mais crescia , comecei a sentir algumas ciumadas mais ordinárias; dentro de nossa faculdade. Alguma coisa tomava corpo, e, no sul, a repressão poliítica era completamente paranóica, no seu anti- comunismo mais primário e violento. Alguma coisa se movia contra aquilo que crescia, nosso sentimento de liberdade e criação. Nosso diretor agia forçando "barras"para meu lado...Olhos se calavam ao nos ver passar, incólumes. Estavamos chegando no primeiro ano de nossa chegada transformadora. Mas a Reitoria tornava-se extranha; e nos presenteava com um pintor militar totalmente ingênuo, sobre o desenvolvimento dos novos modus de ensinar e fazer arte. Sombras extranhas à luz dos novos dias possíveis, que irradiavamos.
       Afinal estavamos em 1965. E, no sul , a coisa pegou forte. Mas não o bastante para remover a presença do presidente deposto, nem do seu cunhado ; muito menos do "papai de todos", Getúlio Vargas, que nós encontramos em fotos e outras referências, na Prefeitura de São Borja; DAs MISSÔES ( 1965 ). Mas, também, no túmulo de Vargas e em muitas outras manifestações populares comuns...Coisas, das coisas. AZ RJ BR 2/2/2013

                                         Coisas Das Coisas
       Aguardem...Assim apresentamos uma tregua em um momento único da minha vida. Deslumbrado com a cor, a beleza das paisagens e das mulheres; e, das possíveis composições figurativas que nos perseguiam. Ficava muito emocionado e grato aos amigos que me ajudaram a viver tudo aquilo...Adorava os cavalos e sempre iamos ver as corridas de "Cancha Reta". Estranhei bastante as celas de montaria, mas aproveitei, mesmo assim, para dar uns galopes de cavaleiro.
       Não acredito por quê, e como, acabei saindo de lá e voltado; depois de ver tudo que imaginamos, já instalado. As novas idéias e os cursos, que atraiam inumeros alunos. Coisas do coisa. Mas teve muito mais, e não era nada subjetivo. Aqui minhas desculpas se dixei saldades, e uma justificativa, que foi para mim insuperavel: não gosto de ser pressionado , nem de fazer conseções.
       Por isso voltei, mas deixei lá meu coração. Acreditando ter feito a única coisa que me restava fazer. Por isso voltei para o Rio. E CONTINUAR LIVRE COM MINHA MENTE. Fiz o que tinha obrigação de fazer...dando, como exemplo, minha última opção. Retornei, mas uma delegação de alunos veio até aqui para me convencer à voltar. Tinha que manter viva minha mente em alerta, afinal....Não aceito mancadas fatais, que comprometam outras pessoas. Por isto, em 1967, entrei para a Psicoanalise de Grupo do Dr. Walderedo Ismael de Oliveira. Então sem essa: maluco é o cacete. O meu. por exemplo. Era uma esperança de segurar aquela onda de revolta, contra a idiotia , ainda hoje, imperante. O deslizar pela onda política e cultural, que se entrelaçavam na minha vida profissional e coletiva. AZ RJ BR 5/2/2013 
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                                                              Passagem

      Num átimo de nosso tempo, a coisa toda foi mudando profundamente. Mas eu continuava com minha vida levando os átos obscuros, que chegavam como avisos, com muita ponderação e cuidado. Pintava e desenhava quase sempre à tarde. Pela manhã tinha as aulas. O contacto com meus alunos se estreitavam, até as confidências sociais, políticas e comportamentais mais profundas.   
      Assim , ficava sabendo dos medos e anseios daquela gente local, que dependia de mim para encontrar uma maior vontade de se propor "artista". Sabemos que não é facil esta profissão, aparentemente tão macia de se levar. Esta é a realidade nada facil, voce escolher ser "artista", porque arte é caminho que escapa à qualquer controle. É um meio de vida, mas acima de tudo, um incessante vai e vem pela estrada difusa de um impossivel encontro final. Até angustiante, pela nossa condição de eterno começo. A pedra sempre rola quando chega ao topo do morro.Não existe um finalmente; sómente com a morte.  
       Eterna condição de procura e labuta, por soluções menos provisórias. Mas este é também um dos maiores prazeres do metier.... o fato de saber, desde o começo , que não chegaremos a esgotar nossa possibilidade de criação. Mas temos que segurar, focados nos limites desta equação, nada compreensivel. As coisas acontecem , além de nossas possibilidades de domínio. Principalmente, quando se é artista portador de um mínimo de ética pessoal . Não é possivel fazer todas as concessões oriundas do poder econômico, que domina todo o mercado. E, que, necessita de sangue novo
       Pessoalmente não aceito artistas impóstos por forças extranhas às práticas do fazer; ao expo-las perante o público despreparado, e, menos crítico.... Quero dizer que não adianta: -"ser artista não é propriamente uma profissão, nem formal; nem tão pouco, informal; talves formol..."https://www.google.com/search?q=formol&hl=pt-PT&tbo=u&tbm=isch&source=univ&sa=X&ei=KOUTUbSwFayw0QHql4DoAw&sqi=2&ved
=0CE0QsAQ&biw=884&bih=451...Não sendo uma carreira de objetivos e progressões definidas; nem por preceitos estéticos; nem por imposições do mercado. Muito menos, por manobras menores, de menosprezo pelo que sabemos ser uma tentativa de superação pessoal com a expressão de uma linguagem visual, descontínua e imaterial. Do fazer artistico. Por fim, obra de arte.
       E na dedicação cega de um pária, apartado da vida comum. Porque, assim, se decide ser artista, no escuro, numa sociedade atomizada por produções visuais mais ordinárias e fugazes, pela repetição massiva do nosso processo industrial midiático ordinário. Podemos aceitar e apreciar tudo, mas não somos obrigados a absorver, sem reflexões, as imposições dominantes deste "pensar criativo"; dirigido para o consumo de objetos em competição no mercado utilitário. Educação sim, certa elegancia e refinamento também pode ser  bem- vindo; mas papo furado, nem pensar. Porque  sempre serão mal intencionados; ou marcados pela necessidade de competição com minha pessoa, no livre pensar.
        Se voce não é artista, "vá lamber sabão". Aquelas bolhinhas borbulhando, em sua PASSAGEM, pelo nosso pensamento desatento e adormecido. São ondas de espuma prestes a dissolução. Não encarou, então: "não enche o saco". Quando nem para crítica, sentida, estás preparado(a). És repetidor, e queres opinar no meu processo?.... E não me censure...o geito é sair de cena e dar espaço social para qualquer reflexão visceral, deixando esse facebook, "de pé de ouvido e racalque surdo", para quem quer se comunicar de fato, e, em aberto.... Porque prézas tanto sua intimidade? Achas, que ninguem comenta seus atos de covardia e vilânia? Não sei escrever, mas escrevo.... seus bananas. Deixarei livre a visão da amostragem, mas sem conduzi-las, como o principe banana costuma fazer; e, gostaria que eu fizesse.... Como aqueles ladrões de alma, de idéias, de projetos, e de nossas próprias histórias... manipuladas por ex-mulheres recalcadas e por ex-amigos invejosos, e controladores também. Ou, pelos 'tapas de gatos", em nossa aura de artista, amaldiçoados pela Espada De Luz do nosso Salvador... Q, HÁ ANOS VÊM NOS FAZENDO JUSTIÇA. AZ RJ BR 5-7/2/2013   


          Sinto muitíssimo: no seu principado banana , aquele ladrão , que deveria zelar pelo seu bom nome, numa profissão que é de fé pública, passou a mão no meu pal de cebo e escorregou por sua própria conta.
                     DEFINITIVAMENTE
          https://www.google.com/search?q=Pal+de+cebo&hl=pt-PT&tbo=u&tbm=isch&source=univ&sa=X&ei=EN0TUda4Fo_
88QTLx4CIAg&ved=0CD4QsAQ&biw=1280&bih=851

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