sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

                                                         Duveen
                                     O marchand das vaidades
        
     Divulgação da obra literária de S.N. Behrman, aqui, em AZULAR EDIÇÔES, por ser absolutamente coveniente e necessária, já que existe um atrito atávico entre artistas e seus representantes comerciais. Este livro mostra um belíssimo exemplo de comportamento fora dos padrões mesquinhos, e, em contrapartida, moralistas, da parte de nossa área profissional. Como tenho em Behrman um foco de luz e uma nova leitura , resolvi me fazer seu porta-voz; sem procuração, nem burocracia mal humorada. Preciso disto para tirar qualquer tipo de rancor com os profissioais do mercado, onde tive inúmeros amigos tentando me ajudar. Tipo: Dezon e Maria Lacerda, na época da grande bohemia, da "Galeria Dezon", um corredor de lojas entre a Av. N.S.de Copacabana e a Av. Atlântica, onde Dezon tinha sua pequena galeria, que marcou aquele "espaço doido de artistas"( Rio anos 60 ). Aqui foram meus únicos interessados; anos depois teve o Cezar Ache, mas sobrevivi à todos e a tudo, sempre como "artista". Antes disso, através da Maria Lacerda tive uma encomenda de 40 quadros do nosso Bacáro argentino; uma coisa muito feia foi feita com ele, que foi embora para Pernambuco cuidar de criaças carentes. Ficou seu sócio Benjamin Steimer, que coheci na sua loja de roupas da Rua Augusta, através do artista plástico mineiro Jesuino Ribeiro; nesta época ( RIO_ S.PAULO ) eu andei tentando me mudar para São Paulo, por influência do colega e dos amigos que fiz por lá. Disso tudo ficou o Marcos Marcodes ( Palácio dos Leilões), que conservou intacto minha pasta de pinturas, desehos e gravuras feitas entre 64/65/66 ( RIO -SANTA MARIA), mas, que, em 69, havia vendido tudo para o Benjamim_ por não acreditar mais "em artes plásticas" e montado uma grande Oficina de Arte Popular, Rio 67/70 ( só salvei aquela pasta dos antigos trabalhos, porque o Barrio e o Granato me impediram de contiuar tacando fogo ). Uma oficia de serigrrafias, alegorias de escola de samba, investimentos e paciência com a vaguarda do Barrio, Granato e outros....Mas já tinhamos 13 prenças de litografias e uma ifinidade de pedras litográficas, que colecionava e guardava desde estudante da ENBA ( 56/61 ). E mais: fui eu quem reteve no Rio o litografo que renovou o processo aqui no Brasil, Otávio Pereira, recem chegado do trabalho com a Geminy, do marchand Leo Castelli http://en.wikipedia.org/wiki/Leo_Castelli, nos EUA. Inicialmente na minha oficina, mais tarde no Leblon com pedras e prenças também sedidas por mim, e um "fulano", que mordeu a nossa mão na aproximação. Depois levaram o Otávio para SÂO PAULO ( novamete sedi mais prenças e pedras ). Imprimiram tanto, por lá, que acabaram vulgarizando o mercado. O Otávio morreu mal ; morando num pequeno comodo de uma loja de molduraria. O único, de fato, litografo, ainda vivo em S. P. ,daquele grupo profissioal formado pelo Otávio Pereira é o amigão "ALEMÂO", que a Maria Bonomi tem feito tudo para ajudar. GRANDE MARIA BONOMI.


                           Duveen: O marchand das vaidades
                                                S. N. Behrman
                                         Tradução: Renato Rezende 

                                                          BEI
    
    Ele foi Joseph Duveen, Lorde de Millbank, o mais extraordinário marchand de todos os tempos. Costruiu sua surpreendente carreira a partir da simples constatação de que a Europa tinha muita arte e os Estados Unidos , muito dinheiro. Trocar um pelo outro se tornou a paixão mais irresistivel e lucrativa de sua vida.
     Ele disse a seus clientes americanos: " Voces podem comprar todas as pinturas que quiserem por 50 mil dólares cada uma_ isso é fácil. Mas comprar quadros que valem um quarto de milhão _ isso exige querer! Quando vocês pagam muito pelo que não tem preço, estão comprando barato". Com isso, levou às alturas os preços das obras de arte, revolucionou o gosto americano e, em cinco décadas , colocou as coleções dos EUA entre as melhores do mundo.
     Ele mobiliou um apartameto em Washington, deu as chaves nas mãos de Andrew Mellon e mais tarde vendeu a ele tudo o que estava lá dentro pela módica quantia de 21 milhões de dólares. Suas fabulosas transações com milionários como Rockefeller, Frick, Morgan, Altman, Kress, Widener, Huntington revelam a perfeição de seu talento para as vendas, embora ele tivesse mais prazer ao comprar que ao vender.

                                            Divulgação: EDIÇÔES AZULAR
               Por achar necessária esta leitura, postamo-a, para todo o mercado de arte; 
                 com alguns artistas, ainda mal contemplados pelos negócios correntes.
                   Quando o Estado, por aqui, constroi Museus com dinheiro público
                 para receber coleções particulares, que coservam, ainda assim seus
                                                      Direitos De Herança.
                      Ao cotrário dos EUA, onde o grande colecioador doa, inclusive,
                    o próprio espaço para o público; normalmente sua casa-museu, ou,
                      um novo  prédio que abrigue uma nova Fundação com seu nome.
                                        Coisas das coisas. AZ RJ BR 2/4/2013

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